quarta-feira, outubro 31, 2012
















Espaço IAB. Galeria de Arte do Instituto de Arquitetos do Brasil. Curadoria de Adriana Xaplin e Vinicius Vieira
Centro Cultural do IAB RS. Gal. Canabarro, 363. Centro Histórico. Porto Alegre. 51 3212 2552
 
Contato com Adriana xaplin :            fone :   (051) 95030319             (051) 32394702
facebook: Xaplin Adriana e Adriana Xaplin
blog: adrianaxaplin.blogspot.com

J. ALTAIR- CULTURA AFRO

CULTURA AFRO J. ALTAIR
sala do arco >> quarta, 7 de novembro, 19h30min

A TRAJETÓRIA DA LINHA - Daniela Araújo, Gisele Ramires, Paula Danilewicz, Regina Krumholz e Rodrigo Plentz

A TRAJETÓRIA DA LINHA
DANIELA ARAÚJO
, GISELE RAMIRES, PAULA DANILEWICZ, REGINA KRUMHOLZ E RODRIGO PLENTZ
sala anexa >> quarta, 7 de novembro, 19h30min

ESPAÇO MASSA MOVIMENTO - ATELIER TANIA RESMINI

ESPAÇO MASSA MOVIMENTO ATELIER TÂNIA RESMINIAdriana Giora, Ana Álvares Tita, Ana Lage, Anemary Pitrez, Carla Almeida, Eva Proença, Júlia Streppel, Kika Zanella, Luiza Barreto, Maria Angélica Tellini, Maria Elisa Shutz, Soraya Girotto, TTResmini e Vera Dagord
áreas externas >> quarta, 7 de novembro, 19h30min


Espaço IAB. Galeria de Arte do Instituto de Arquitetos do Brasil. Curadoria de Adriana Xaplin e Vinicius Vieira
Centro Cultural do IAB RS. Gal. Canabarro, 363. Centro Histórico. Porto Alegre. 51 3212 2552. www.iabrs.org.br

PRÓXIMAS EXPOSIÇÕES >> abertura: quarta, 7 de novembro, 19h30min
>> visitação: de 8 a 30 de novembro, das 14 às 19h

FOTOGRAFIAS PARA IMAGINAR GILBERTO PERIN
sala negra
>> quarta, 7 de novembro, 19h30min

ELTON MANGANELLI








Elton Manganelli é bacharel em desenho pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, arte-educador e professor de artes visuais. Iniciou sua carreira artística na década de 60, com a participação em diversas mostras coletivas e salões de artes. Também realizou várias exposições individuais em diferentes períodos. Dedica-se atualmente à escultura, desenvolvendo também trabalhos de cenografia. Reside e trabalha em Porto Alegre

grupo de ceramistas do Atelier Tania Resmini



A exposição coletiva “ESPAÇO MASSA MOVIMENTO” objetiva mostrar obras executadas pelo grupo de ceramistas do Atelier Tania Resmini. Na dialética do Ser e o Não Ser, o espaço é a contrapartida necessária que supõe o Ser para Ser. Não há massa sem espaço, como não há estática sem dinâmica. O trabalho propõe esculpir e modelar o espaço, usando argila como matéria, questionando conceitos como "massa é estática ?” , “espaço é dinâmico ?”. Assim, as obras pretendem invadir espaços e ao mesmo tempo serem invadidas por eles. Artistas participantes: Adriana Giora, Ana Álvares Tita, Ana Lage, Anemary Pitrez, Carla Almeida, Eva Proença, Júlia Streppel, Kika Zanella, Luiza Barreto, Maria Angélica Tellini, Maria Elisa Shutz, Soraya Girotto, TTResmini e Vera Dagord. Imagem de Soraya Girotto.

GILBERTO PERIN - Fotografias para Imaginar



























“Fotografias para Imaginar” revela espaços interiores vazios, sem ninguém em quadro, mas remetem fortemente à presença humana. “Fotografias para Imaginar” propõe que a fronteira do documental seja ultrapassada pelo observador, tornando ativa sua imaginação, rompendo os limites do que é visto. Reconstruindo a sua realidade (ficcional ?) com outros olhares, além daquele esboçado e recortado pelo fotógrafo. Afinal, “a Fotografia é o aparecimento de eu próprio como o outro*. *Barthes, Roland, “A Câmara Clara”, Edições 70, Lisboa, 2010.

A TRAGETÓRIA DA LINHA

Cinco artistas. Cinco traços distintos. Trajetórias que exploram um universo em comum: a arte. A exposição “A Trajetória da Linha” traz trabalhos de Daniela Araújo, Gisele Ramires, Paula Danilewicz, Regina Krumholz e Rodrigo Plentz, que utilizando-se de materiais distintos, exploram a linha e formam sua trajetória coletiva e individual. Mundos conectados que se questionam a todo momento qual é o próximo passo. O caminho traçado até então não dá indícios muito claros sobre a direção a ser tomada, mas a linha enquanto registro não é apenas uma guia do passado; suas formas, que vão do figurativo ao abstrato, revelam e inspiraram o gesto dos artistas em seu universo particular

J. ALTAIR pintor naif

O pintor naif João Altair de Barros (J. Altair) nasceu em 13/08/1934. Começou a pintar após um curso com o pintor italiano Vicente Perllasca, ainda na década de 50. De 1965 a 1976 milita em São Paulo em vários movimentos de artes plásticas, realizando exposições de seus trabalhos no Paço das Artes, na Praça da Republica, na Praça Roosevelt, no Embú das Artes e nos Santeiros Imaginários - SEC/ SP. Em Porto Alegre já realizou várias exposições individuais e participou de diversas coletivas, como o l Salão de Artes Visuais em 1970, e a mostra na Galeria Oca Morganti, em 1971. Ganhou destaque ao realizar exposição individual na Galeria Ítalo-Belga em 1972. Na década de 90, expôs no Copacabana Palace Hotel e na Galeria Jean Jacques Urca, ambas no Rio de Janeiro. Tem obras em diversos acervos nacionais e internacionais (como a Galeria Salomé. em New Orleans; o Museu Internacional Art.Naif, do RJ; e a Galeria Slovenka Narodna, na Rússia), em coleções particulares, no MARGS e no avervo da Prefeitura de Porto Alegre. J. Altair desenvolve seu trabalho mediante a representação bidimensional de arte naif que remete à uma matriz visivelmente afrobrasileira, se utilizando de cores e símbolos presentes na cultura negra. Atualmente mora em Porto Alegre e se dedica à pintura acrílica. 

sábado, agosto 25, 2012

IAB-RS- 05 de Setembro 2012


Galeria Espaço IAB
Galeria de Arte do Instituto de Arquitetos do Brasil
- RS
Páginas
exposições
1966
>> 2012

artistas
agenda
2012

contato




galeria Espaço IABInstituto de Arquitetos do Brasil Centro
Cultural do IAB RSGal. Canabarro, 363,
esq. RiachueloCentro Histórico I Porto
Alegre I BrasilcuradoriaAdriana XaplinVinicius Vieira
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PRÓXIMAS EXPOSIÇÕES
Liana Timm. "Outro(s) de Mim" -
Sala Negra Alenyr Avila. "Pinturas Tecidas"
- Sala
Anexa Bando de Barro. "Nanocerâmica" -
Sala do
Arco
abertura: 5 de
setembro, às 19h30min
visitação: 6
setembro a 5 de outubro, das 14 às 20h_______________________________________________OUTRO(S)
DE MIM LIANA TIMM
sala
negra

A mostra foi idealizada como um site
specific para a sala negra do IAB RS. As obras em arte digital, os vídeos e
as intervenções poéticas giram em torno das identidades múltiplas que nos
habitam. Nossa diversidade, poço sem fundo de uma intimidade suspensa, nos
escapa e indaga quem somos ou quantos somos. Mas a importância da resposta se
apaga na busca. Uma riqueza de interesses toma lugar e emerge outra
interrogação: Quem mais podemos libertar em nós ? Mario de Andrade dizia ser
apenas trezentos e cinquenta, o mais ele desprezava. OUTRO(S) DE MIM é um
exercício gangorra: desconhecer, conhecer, reconhecer o enigma que nos
constitui. É o espaço vazio que ultrapassa qualquer interrogação e atinge uma
estética atemporal sem passado, presente e futuro. Um lugar novo, porta em si,
jamais capturado. Um salto para o poético de cada
instante. Intervenções poéticas: Lenira Fleck, Liana Timm e
Graça Nunes (direção) ______________________________________________
PINTURAS
TECIDAS ALENYR ÁVILA
sala
anexa
O trabalho de Alenyr
Ávila é composto de pinturas que poderíamos tentar enquadrar dentro de
movimentos como o Abstrato Geométrico ou o Neo-construtivismo Abstrato, ou ainda
em uma proposta de desmaterialização da matéria. Entretanto o que podemos
afirmar é que se trata de uma nova série de pinturas em que transparece uma bela
tecelagem de planos e cores, em um jogo rítmico muito particular. O processo de
criação da artista passa por diversas etapas: primeiro, a paciente pintura das
superfícies; depois vêm os cortes, a dilaceração completa do plano pictórico,
reduzido a um amontoado de tiras multicores; por último, a recostrução, um
trabalho incessante de entrelaçamentos coloridos, tecendo novas relações de
espaço. Ao buscar a linguagem da trama, Alenyr consegue a terceira dimensão, não
a de caráter ilusório, como em qualquer obra pictórica, mas a real. O resultado
é uma pintura repleta de sombras 'clandestinas', que enriquecem o conjunto. A
obra de Alenyr nos proporciona um desses encontros reflexivos com a Arte que se
dá no cruzamento de dois momentos: o do encerramento de seu processo de criação
com a nossa subsequete investigação do seu significado.______________________________________________
NANOCERÂMICA BANDO DE
BARRO sala do
arco
O Coletivo de Arte
Bando de Barro apresenta a exposição Nanocerâmica 1° Edição, com obras em
cerâmica de pequenas dimensões, realizadas por doze artistas. Participam da
mostra: Alexandra Eckert, Antônio Augusto Bueno, Cinthia Sfoggia, Cláudia
Flores, Eduardo Rick Martins, Lorena Steiner, Maryl Rodrigues, Rodi Núñez,
Sabrina Blaschke, Silvia Argemi, Tamir Farina e Tereza Mello. O coletivo
constitui-se de professores e de ex-professores do Instituto de Artes da UFRGS,
da Feevale e Ulbra, de alunos e ex-alunos, pessoas interessadas em cerâmica.
Segundo Ana Flores, "o Bando de Barro é amorfo (os integrantes são
inconstantes), volátil e instável (os errantes vão e voltam) e, as vezes, ocioso
(quando não temos vontade de fazer nada). O Bando não tem sede real ou virtual,
mas sobrevive na nossa imaginação e acontece quando dá aquela vontade de
trabalhar. Inicialmente formado por ceramistas, está sempre aberto a propostas
marginais ou institucionais, desde que sejam ligeiramente decentes."

domingo, junho 17, 2012

04 de Julho de 2012



galeria Espaço IAB
Solar Conde de Porto Alegre
Gal. Canabarro, n°363 esq. Riachuelo
Centro Histórico | Porto Alegre, RS
curadoria
Adriana Xaplin
Vinicius Vieira



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PRÓXIMAS EXPOSIÇÕES
aberturas dia 4 de julho, às 19h30min
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MARSUPIAIS EDUARDO UCHÔA
sala do arco

Série inspirada pela primeira paternidade. Chamada Marsupiais pela existência, nas obras, de seres com outros seres dentro, como na gravidez. Naves híbridas humanas pilotadas por outros humanos ou animais. Reprodução, maternidade, tetas, leite, o universo dos bebês e brinquedos são elementos que predominam. Visão onírica e freudiana da surpreendente experiência de ser pai depois dos quarenta.

Eduardo Uchôa








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SALAS DE (NÃO) ESTAR LUCIANE BUCKSCRICKER
áreas externas


Salas de (Não) Estar é uma série de fotografias digitais de sofás encontrados em lugares públicos, de 2008 a 2012. Através das fotografias dos sofás abandonados, percebi que as disposições de objetos e situações, antes efêmeras e que passavam despercebidas pelos transeuntes, poderiam tornar-se perenes através da fotografia. Minha intenção é, então, estimular o espectador desatento e apressado a olhar para o invisível, para a memória suscitada nele pela imagem, provocando-o a debruçar-se sobre o banal e o corriqueiro. Um sofá delimita um local, mesmo que sem paredes. Ele deflagra a percepção de um lugar à sua volta. Convida-nos a olhar o que está à frente dele. Diferente de uma cerca, um sofá delimita o espaço ao acionar o olhar de uma pessoa. Quem colocou o sofá ali, criou de uma maneira única, uma sala de estar no mundo. Sendo assim, considerando que um sofá pressupõe a presença de um ser humano, concluí que onde há um sofá, há um convite para alguém estar. Desse modo, percebo que os locais públicos que momentaneamente abrigam um sofá abandonado se transformam em salas de estar públicas, nas quais as pessoas podem ou não simplesmente estar, caso o convite seja ou não aceito. Ao compartilhar meus registros com outras pessoas, percebi que, ao tomar contato com as fotos das salas de (não) estar, elas se mostram tocadas e instigadas a tornarem-se observadoras perspicazes do cotidiano que as rodeia, manifestando a vontade de fotografá-lo também. Recebi inúmeras fotos, feitas com os mais diversos tipos de instrumentos fotográficos, acompanhadas de depoimentos dos seus autores que diziam o quanto se sentiram satisfeitos ao conseguir observar um sofá deslocado para o meio da rua. Parece que, em uma época em que o tempo é percebido como fugidio e acelerado, o fato de alguém conseguir parar e ver o invisível traz um sentimento de liberdade, de satisfação e de autoria. Como se o sujeito que vê o que ninguém enxerga lograsse comprovar que ainda é capaz de perceber o mundo. Dessa maneira, acredito que este projeto venha a colaborar de alguma maneira com a redescoberta das cidades, com a volta da experiência física do cidadão urbano, pois, como já foi dito antes, os sofás deslocados não encantam apenas a mim, mas, através das fotos e de meus comentários sobre eles, as salas de (não) estar convidam outros tantos passantes a olhá-los e a refletir sobre o banal, o cotidiano e também - porque não? -, a maravilhar-se com ele.
Luciane Bucksdricker

quarta-feira, maio 02, 2012





galeria Espaço IAB
Solar Conde de Porto Alegre
Gal. Canabarro, n°363  esq. Riachuelo
Centro Histórico | Porto Alegre, RS

curadoria
Adriana Xaplin
Vinicius Vieira
contatos
51 3212 2552



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QUARTA NO IAB: dia 2/5-19h:30min
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GIRO NA ARTE / V CONVOCATÓRIA  ATELIER PLANO B
sala negra

A Convocatória de Arte tem por objetivo congregar tanto artistas quanto pessoas que de algum modo tenham alguma ligação com a arte, promovendo dessa forma a aproximação da comunidade em geral com o universo artístico, e oportunizando também aqueles que iniciam suas carreiras. Nessa V Edição da Convocatória o tema é Giro na Arte, em que o formato dos trabalhos são redondos, com tamanho de 12cm de diâmetro, realizados conforme o edital. Com o resultado dessa proposta, estamos organizando uma grande exposição: com 170 obras individuais, dentre elas de nomes reconhecidos e respeitados no cenário artístico, 02 coletivos de arte, 02 projetos e  03 escolas representadas por seus alunos e professores. Dessa forma traremos para este espaço expositivo um total de 296 trabalhos, com técnicas e temas variados, de diversas regiões do Estado, do Brasil e exterior
Kátia Costa















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ABSTRAÇOS  LUIZ FIORI
sala anexa


Luiz Fiori é natural de Erechim. Atua como artista visual e é graduado em Arquitetura pela Universidade Santa Ursula no Rio de Janeiro. Tem trabalhos, obras e exposições em várias capitais brasileiras. Atualmente vem desenvolvendo murais, telas, programações visuais, logotipias, cenografias e trabalhos com computação gráfica. A exposição ABSTRAÇOS remete a "movimentos coloridos, cheios de energia". 





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PUNHAIS  EDUARDO RICK MARTINS
sala do arco

Eduardo Rick Martins é natural de Taquara-RS. Atua como designer de produto, artista e professor de artes. Entre os projetos que vem desenvolvendo atualmente, se destaca os “PUNHAIS”, que são esculturas modeladas e fundidas em alumínio escovado e polido. São objetos que convidam ao toque, ao sentir  das texturas, ao observar do côncavo e do convexo, a rugosidade e o polido, o peso, o poder, que lembram também instrumentos medievais.





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RESULTADO DO EDITAL DE EXPOSIÇÕES 2012
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propostas entregues: 30 
propostas selecionadas: 13

>> abertura: quarta, 2 de maio, 19h30min
Atelier Plano B. "V Convocatória / Giro na Arte" - Coletiva. Sala Negra.
Luiz Fiori. "Abstraços" - Individual. Sala Anexa.
Eduardo Rick Martins. "Punhais" - Individual. Sala do Arco.

>> abertura: quarta, 4 de julho, 19h30min
Associação de Artes Plásticas Chico Lisboa. "Varal das Artes" - Coletiva. Sala Negra.
Eduardo Uchoa. "Marsupiais" - Individual. Sala do Arco.
Luciane Bucksdricker. "Salas de (Não) Estar" - Individual. Areas Externas.

>> abertura: quarta, 5 de setembro
, 19h30min
Liana Timm. "Outros de Mim" - Individual. Sala Negra. 
Alenyr Avila. "Pinturas Tecidas" - Individual. Sala Anexa.
Bando de Barro. "Nanocerâmica" - Coletiva. Sala do Arco.

>> abertura: quarta, 7 de novembro, 19h30min
Gilberto Perin. "Fotografias para Imaginar" - Individual. Sala Negra. 
Gisele Ramires. "A trajetória da linha" - Coletiva. Sala Anexa.
J. Altair. "Cultura Afro" - Individual. Sala do Arco.
Tania Resmini. "Espaço Massa Movimento" - Coletiva. Areas externas.
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download
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EXPOSIÇÕES ABERTAS
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PROJETANDO ARTE  MOSTRA COLETIVA - LEI 10036
salas do arco e multiuso  
A exposição coletiva Projetando a Obra de Arte objetiva fortalecer as relações entre a arquitetura, o urbanismo e as artes visuais, com uma mostra de artistas convidados propondo o debate sobre a Lei 10.036, que trata da instalação de Obras de Arte em edificações novas em Porto Alegre, com área adensável superior a 2000m2.  Participantes: Arminda Lopes, Gutê, Leandro Michels, Daliana Mirapalhete, Ena Lautert, Mario Taddeu.  Obra da imagem: Arminda Lopes. Foto: Marcelo Moreira.




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ENTREGUEI A VOCÊ MEUS
MAIS SINCEROS DESEJOS,
AMBIÇÕES E MEDOS LUCIANO MONTANHA
 

 fachada do solar 

Luciano Montanha apresenta o trabalho de intervenção na fachada do Solar Conde de Porto AlegreEntreguei a você meus mais sinceros desejos, ambições e medos. Trata-se de um cartaz de 18x2m que o artista criou em um cruzamento entre as atividades de artista e de educador que exerce. O trabalho surgiu do contato com a obra “Não-História”, da artista Voluspa Jarpa, presente na mostra Geopoéticas da 8ª Bienal do Mercosul, e da oportunidade de realizar uma oficina de intervenção urbana que considerasse situações específicas na Casa M. O trabalho de Voluspa reúne documentos das ditaduras militares latino-americanas divulgados pelo governo dos Estados Unidos. Observando as imagens contidas no trabalho, Luciano criou um cartaz apropriando-se e ressignificando as imagens da artista e propondo uma relação com o contexto local. O trabalho evoca a memória dos episódios traumáticos da ditatura militar brasileira e dos mecanismos de vigilância e controle praticados contra a população civil, ainda afastadas da historiografia do país e do imaginário das novas gerações. A intervenção agrega a informação, desconhecida por muitos porto-alegrenses, de que o Solar Conde de Porto Alegre  serviu de cárcere para presos políticos da ditadura militar brasileira nos anos 70. A intervenção cria assim uma relação de especificidade entre o tema e o local de veiculação do trabalho e trás o assunto para a reflexão dos transeuntes da esquina das Ruas Richuelo e General Canabarro, no Centro Histórico de Porto Alegre.


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HISTÓRICO DA GALERIA ( 1966 >> 2012 )
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A Galeria foi fundada em abril de 1966, durante a gestão de Cláudio Araújo. Funcionava na sobreloja da antiga sede do Instituto de Arquitetos do Brasil, na rua Annes Dias, em frente à Praça Dom Feliciano, em Porto Alegre. No dia da inauguração contou com a exposição de pinturas, esculturas e trabalhos de arquitetura de Flávio de Carvalho. Durante a segunda metade da década de 60, a galeria teve como um dos seus primeiros diretores artisticos o escultor Xico Stockinger. Posteriormente, entre o final da década de 60 e início de 70, trabalharam na curadoria nomes como Gilberto Morás Marques (final dos anos 60) e Naida Gomes (1973). No início dos anos 70 consolidou-se junto à comunidade gaúcha como um importante "modal cultural" da cidade de Porto Alegre. Oportunizava o surgimento de grupos das mais diversas artes. Foi palco para os primeiros espetáculos do Tangos e Tragédias e o Teatro de Bonecos “Cem Modos”. Na segunda metade da década de 70, sob a direção artística de Renato Rosa, o espaço abrigava artistas de várias regiões do país, como Alfredo Volpi, Emanoel Araújo, Octávio Araújo, Caulos, Rebolo, Farnese de Andrade, Antônio Maia, Glauco Rodrigues, Carlos Bastos (com a presença de Zélia Gattai e Jorge Amado), Pietrina Checcacci, Zaragoza, Iaponi Araújo e Paulo Roberto Leal. Expuseram ainda, em diferentes gestões, artistas consagrados como Danúbio Gonçalves, Tadeuz Lapinski. Ado Malagoli, Maria Bonomi, Di Cavalcanti, Wesley Duke Lee, Décio Pignatari, Manabu Mabe, Sônia Ebling, Henrique Fuhro, Magliani, Inah Fantoni, Plínio Bernhardt, Pasquetti, Tenius, Joyce Schleiniger, Ilsa Monteiro, Roth, Nelson Jungbluth, Léo Dexheimer, Regina Silveira, Leonid Streliaev, entre vários outros artistas atuantes na cena cultural da cidade durante o período do Regime Militar. 
 

Junto com a galeria, no andar térreo do edifício do Instituto de Arquitetos do Brasil, ficava o bar do IAB. Contribuindo para o sucesso da galeria, o bar era reconhecido como um dos principais pontos de encontro entre artistas, militantes, arquitetos, estudantes, publicitários e jornalistas do país, que o tornaram o primeiro bar underground  de Porto Alegre. Unindo principalmente arte, arquitetura e política, atraia os mais diversos segmentos da sociedade. A partir dos anos 80, o lugar passou a ser palco de personalidades como Chico Buarque, Nana Caymi, Rosinha de Valença, Ney Lisboa, Elis Regina, Cida Moreira, Geraldo Flach, Celso Loureiro Chaves e Ayres Pottof. Não era incomum ver Mario Quintana ou Millor Fernandes autografarem suas obras no Bar do IAB, que já nessa época fazia história em Porto Alegre como um lugar-síntese dos sentimentos e da movimentação sociocultural da cidade. Após passar um período fechado, nos anos 90, a Galeria retomou seu protagonismo no Solar Conde de Porto Alegre, atual sede do IAB-RS. A partir de 2010, com a direção artística de Adriana Xaplin e Vinicius Vieira, a Galeria Espaço IAB vem realizando os mais variados eventos culturais, com ênfase para as Artes Visuais, contribuindo inclusive para a paulatina revitalização cultural do Centro Histórico da cidade. Recentemente na galeria, em mostras coletivas ou individuais, o IAB recebeu mais de 100 artistas, entre eles Angela Pettini, Bebeto Alves, Caé Braga, Kátia Costa, Rosana Almendares, Arminda Lopes, Hidalgo Adams, Marli Araújo, Glaé Macalós, Paulinho Chimendes, Yara Baumgarten, Ena Lautert, Alexandra Eckert, Santiago, entre muitos outros. Fontes: 1- Dicionário de Artes Plásticas no Rio Grande do Sul: Décio Presser e Renato Rosa. Editora: UFRGS. 2000.  2- Acervo do Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento do Rio Grande do Sul. 3- Museu Joaquim José Felizardo.  4- Imagem do cabeçalho (foto 1): Sala Negra do IAB RS, por Rosana Almendares. 5- Artigo: s/ título de Marjore Michelín. Imagem do Bar do IAB na década de 80 (foto 2): Dirceu Russi. s/data.

Vinicius Vieira
 Escultor, Arquiteto e Urbanista

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EXPOSIÇÕES 2011
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CIDADE NANQUIM SANTIAGO E ALEMÃO GUAZELLI 

sala negra


O cartunista Santiago apresentou, no dia da posse da nova diretoria do IAB - GESTÃO CIDADE E CULTURA, os trabalhos “Arquitetura e Urbanismo e Cidade Nanquim. Este último desenvolvido em parceria com o artista paulista Alemão Guazelli, no ano de 1999. A obra retrata boa parte do cotidiano do Centro Histórico da capital, evidenciando situações corriqueiras vivenciadas na Borges de Medeiros, entre a Esquina Democrática e o Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público de Porto Alegre. Observando as imagens contidas nos desenhos, se vê cenas inusitadas do dia-a-dia daqueles tradicionais personagens que circulam pelas ruas do Centro, dando vida àquele lugar que é palco de tantas trocas entre os habitantes da cidade.










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VARAL DAS ARTES CHICO LISBOA
sala negra e sala um 







































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NARRATIVAS SERIGRÁFICAS PROJETO CIRCULAR 
sala do arco     
O Projeto Circular apresenta a exposição “Narrativas Serigráficas”, na Sala Negra da Galeria Espaço IAB, com a produção recente dos participantes do coletivo e artistas convidados, reunindo as pesquisas na serigrafia e seus contatos e aproximações com os processos da gravura em metal e do stencil, assim como as áreas do desenho, da pintura e da escultura. 
Sobre o Projeto Circular:
O Projeto Circular iniciou suas atividades em 2008, como um projeto de ação coletiva em arte da disciplina de GRAVURA II - SERIGRAFIA do Curso de Graduação em Artes Visuais da Universidade Feevale. No ano de 2010, ampliou suas ações também como um Projeto de Ensino desta disciplina. Tendo como ponto de partida o material serigráfico, atua como um espaço de questionamento das técnicas e suportes tradicionais da gravura, participando de exposições coletivas e convocatórias de arte no Brasil e em diversos países, como: Itália, Espanha, Inglaterra e Grécia, nas categorias do livro de artista, do álbum de gravura, da arte postal - Mail Art, de adesivos - Sticker Art e lambes. Nestes quatro anos de atuação, participou da 2ª e 3ª Bienais B Porto Alegre, em 2009 e 2010, respectivamente. Participou, também, da Feira de Iniciação Científica e Salão de Extensão da Universidade Feevale, recebendo, em 2011, prêmio como Destaque da área Cultura na modalidade Mostra de Extensão. Todos os trabalhos realizados para estas exposições de arte são produzidos no Atelier 1A, 1B e Atelier 2 do Campus I, durante o período de aula e em horários acordados com a coordenação do curso dentro do Projeto de Ensino, reunindo alunos, ex-alunos, professores e artistas colaboradores dos Cursos de Artes.
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TRÂNSITO ACERGS
sala negra    


A exposição Trânsito: Confluências do Grupo de Estudos, que abrirá dia 06 de agosto de 2011, sábado, às 11h, na Sala Negra da Galeria espaço IAB, surge das discussões de dois anos de trabalho do Grupo de Estudos da Associação dos Ceramistas do Rio Grande do Sul. Desde março de 2010, um grupo de artistas associados da ACERGS se encontra no Auditório do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli com o objetivo de enriquecer análises, estimular projetos e valorizar a produção cerâmica contemporânea de nosso Estado. Nesta exposição, a Associação dos Ceramistas do RS apresenta obras orientadas e selecionadas de artistas participantes dos encontros do Grupo. Participam Tereza Mello, Soraya Girotto, Silvia Argemi, Rosana Bortolin, Nadmea Carvalho, Meris Slomp, Maritê Englert, Mara Weinreb, Lara Espinosa, Emília Gontow, Eda da Cunha Pinto, Cinthia Sfoggia e Alexandra Eckert.

Alexandra Eckert e Emília Gontow - ACERGS
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FRAGMENTOS URBANOS ROBERTO PUJOL
sala um

O intenso aumento da produção intelectual, o grande aumento e crescimento do número de informações na sociedade contemporânea despertam a necessidade da elaboração de sistemas que sejam capazes de gerenciar grandes acúmulos de informação. As novas tecnologias e a globalização provocam uma grande explosão informacional. Captar imagens com o celular, fotografar, guardar na retina o instante, perceber a estética do cotidiano, uma necessidade imprescindível de interferir, arquitetar, desenhar cidades possíveis. No momento, o acesso as imagens que Roberto Pujol  propõe exigem um olhar atento para poder identificar com sensibilidade diferenciada as heterogeneidades internas das cidades, dos lugares, da natureza, dos objetos. Uma experiência sobre um mundo de sobreposições em que idéias e atos têm fragmentos de encontros no tempo e no espaço. Escolhas multivariadas, pôr do sol, luz, territórios expandidos. Relações possíveis: Porto Alegre dentro de Agbar, um avestruz no Museu Iberê, uma borboleta em Nova Iorque, redesenhar a Rua Santo Ignacio... Um arquivo de imagem que é originado por câmeras fotográficas digitais não é um arquivo de imagem na acepção da palavra. Assim temos um repertório de palavras entrecruzadas nas imagens, um glossário cheio de interesses e desejos. As imagens são uma ode a beleza, acumulações de fragmentos de vida e sentimentos, de viagens, deslocamentos, transferências, nostalgias... Esta exposição é sobre uma arte urgente e sobre usar criticamente e oportunamente todas as possibilidades que as tecnologias oferecem para arquitetar espaços, ampliar o trânsito e a mobilidade, sonhar e desenhar...              
Margarita Kremer





A exposição de infogravuras impressas em telas de diversos tamanhos oferecem escolhas multivariadas de imagens digitais editadas e compostas para nos propor novos olhares sobre Porto Alegre e outras cidades. Uma experiência sobre um mundo de sobreposições em que idéias e atos têm fragmentos de encontros no tempo e no espaço.
Roberto Pujol


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ACERVO 20/20 CHICO LISBOA
sala um   


A mostra contempla todas as formas de arte – pinturas, desenhos, fotografias, gravuras – em um único formato: 20x20 cm. Os quadros já foram expostos em outros locais da cidade, como a Bolsa de Arte e a sede da Associação Chico Lisboa.  
Marta Pozueco

 


 
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AFROBRASILIDADES PELÓPIDAS THEBANO
sala multiuso  
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EXISTENTES JOICE GIACOMONI
acesso solar  


Criaturas se apresentam a partir da impressão em acrílico semi-transparente, montadas sobre perfil de aço com altura de 1,80m, próximo da escala humana.
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PHOTOPOPSHOW BEBETO ALVES
sala negra  
“É uma antologia de imagens, imagens que estão em construção, que podem deixar de ser, ou, se estabelecerem como elas são. O efêmero dentro da perenidade. O pop, o bom humor, a irreverência. O olhar nunca é o mesmo e nem o que pensamos a respeito dele. O olhar do artista é assim. É este olhar que vem da música, da música que vem do cinema, que por sua vez é a fotografia. Um diálogo entre o olhar e a coisa observada, pensada e manipulada, entre a forma e a sua outra possibilidade de existir, entre o estado de criação e o objeto. São imagens de várias séries compostas ao longo desses últimos 3 anos: IFOOD, INPOSTAIS, POAPOP, PHOTO-GRAMAS, PHOTOGRAPHICAS e BAHNANAS. Cores, fusões, montagens, e imagens puras, sólidas em seu estado bruto, compõe essa alegoria pop, que discursa, que retém a palavra, que não é silenciosa.”

Bebeto Alves

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A CASA AEERGS
sala multiuso 
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EXPOSIÇÕES 2010
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ORGANISMOS ESCULTÓRICOS MÁRIO TADDEU

sala negra




O primeiro que salta à vista, quando observamos as cerâmicas de Mário Thaddeu, é a estreita relação que elas têm com o mundo orgânico. Em rigor de verdade, formam um universo próprio, simultaneamente flora e fauna, cujas criaturas compartilham corpos globulosos, tanto de sementes como de bulbos, carregando carapaças de coleópteros ou de frutos cascudos. Seres com aspecto de escaravelhos, besouros, conchas ou caracóis, devido a suas peles escamadas, más também por possuir pseudópodes rugosos, estames e pistilos, anteras carregadas de pólen, desmesuradas brânquias, corolas tubulares, filamentos lanceolados, antênulas, ogivas espinhosas, e tantos outros apêndices destinados aos movimentos, sejam estes de locomoção, ataque ou defesa. As peças, em conjunto, parecem ser mutantes vindos de uma galáxia paralela, mas que aqui se fincaram, embora sempre olhando na direção das estrelas, cegadas pela luz. Ou seja, verifica-se que as obras de Mário são esculturas modeladas em argila com apurada técnica -que inclui um conjunto de procedimentos criados pelo próprio autor-, capazes de conformar uma categoria taxonômica independente, integrada por seres morfologicamente semelhantes entre si, que obviamente possuem grande semelhança com a rica biodiversidade deste nosso planeta. Da mesma forma, a estética de Mário se relaciona estreitamente com a de Antoni Gaudí, o célebre criador catalã da segunda metade do século XIX e começos do XX, que tem desenvolvido uma desconcertante obra (o Parque Guell, a casa Batlló, a casa Milà, e a Sagrada Família, entre outras), dando uma personalidade única à cidade de Barcelona. As primeiras obras de Gaudí possuem claras influências da arquitetura gótica e catalã tradicionais, embora também tenham recebido o influxo do arquiteto francês Eugene Viollet-le-Duc. Mas posteriormente Gaudí desenvolveu uma linguagem expressiva própria, de corte modernista (que é uma variante local do art nouveau), o que o levou a abordar um polimorfismo fantástico, quase alucinatório. As cerâmicas de Mário Thaddeu se aproximam livremente de esse conglomerado estrutural e estilístico, e o recria a través de um intenso barroquismo, tipicamente latino-americano (já meticulosamente detalhado pelo ensaísta Eugenio d’Ors), exacerbadamente brasileiro. Mario não realiza uma operação de abstração partindo do nada fantasmagórico, senão que exerce diversos graus de estilização a partir da própria natureza, observada e constelada como um espetáculo fenomênico de vastas proporções e constantes derivadas fisioplásticas. Nos primeiros anos do século estouraram na Europa diversos movimentos plásticos de imensa importância, como o Fauvismo francês de Matisse, o Expressionismo alemão de Kirchner e Heckel, o Cubismo de Picasso, Braque e Juan Gris, o Futurismo Italiano de Boccioni, o Suprematismo russo de Malevich e o Neo-Plasticismo holandês de Piet Mondrian. Criado por Picasso e desenvolvido extensa e ardorosamente por Jean Arp e Max Ernst, o collage transformou-se numa voragem criativa em mãos de Kurt Schwitters. Trabalhando também com retalhos, Gaudí configura extensas superfícies mediante a técnica catalã tradicional do “trencadis”, que consiste na utilização de fragmentos de cerâmicas quebradas, montadas como um quebra-cabeças. Mario desenvolve sua própria maneira de realizar collages: troca os restos justapostos por parcelas de diferentes texturas tácteis, variantes cromáticas de esmalte, e tramas visuais. Com esta dinâmica plástica, consegue múltiplos efeitos de significação, parecidos com as observações panorâmicas que os passageiros dos aviões podem apreciar olhando para as paisagens terrestres, lá embaixo. No nível formal constitutivo-estrutural, Gaudí usava as suas famosas “cúpulas catenárias”, às que Mário responde de forma inteligente, contrapondo um ascendente movimento espiralado em constante rotação, em permanente mutação. Aos arcos parabólicos de inspiração gótica de Gaudí, Mario reage com suas ousadas abóbadas assimétricas, cujos eixos de translação geram redemoinhos, embora permanecendo em perfeito equilíbrio dinâmico. Assim, nosso ceramista-escultor parece ter uma memória biológica ancestral que o leva a trabalhar peças cujas superfícies podem ser objetos decorativos, funcionais (luminárias), ou casas de fim de semana, embora a disposição dos elementos essenciais provenha do esqueleto de uma baleia pré-histórica, das placas ósseas de um gliptodonte do Pleistoceno, ou das asas de um pterossauro do Mezozóico. Alem disso devemos observar que seus interessantes sistemas estruturais por momentos o aproximam, além de Gaudí, de criadores que integran a arquitetura, o urbanismo, o design e a arte, desde Hundertwasser a Zaha Hadid. De fato, algumas de suas peças poderiam ser esculturas habitáveis, se o orgulho humano nos permitisse seguir o exemplo dos moluscos. 
Nestor Candi
MS. Professor de Design e História da Arte na UNIRITTER
 
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EMPILHÁVEIS III MOSTRA COLETIVA

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A exposição integra a lll Bienal B. O cotidiano dos artistas plásticos em seus ateliers e espaços criativos é repleto de objetos e referências. O acúmulo dos materiais é prática constante do fazer artístico. A confusão típica destes lugares é normalmente solucionada através de pilhas, de formações verticais que determinam o aproveitamento espacial das coisas. As coleções incluem também conceitos, palavras, lembranças e ideias. Com a proposta de que a arte pode ser empilhável, 21 artistas plásticos se reúnem e produzem obras que apresentam a forma particular de como cada artista administra o empilhamento natural das coisas de seu do dia-a-dia. O grupo é formado por Adriana Andricopulo, Alexandra Eckert, Ana Becker, Ana Chassot Ledur, Antônio Augusto Bueno, Denis Nicola, Ena Lautert, Fabriano Rocha, Giana Kummer, Ingrid Noal, Kátia Costa, Luci Sgorla, Maria Eunice Araújo, Neca Sparta, Pedro Girardello, Rosana Almendares, Rosane Moraes, Tereza Mello, Walter Karwatzki, Yara Baungarten e Rodrigo dMart.  
Kátia Costa



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ARTE EM QUADRADO  ATELIER PLANO B

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A Convocatória de Arte do Atelier Plano B é um projeto anual promovido pelo Atelier de Arte Plano B, que “chama” artistas e todas as pessoas que são ligadas às artes de alguma forma, para pensarem a arte através de suas expressões individuais e autorais, utilizando-se de suportes bidimensionais e em formatos que variam de ano para ano, aonde todos os trabalhos inscritos sempre farão parte da mostras. O projeto tem alguns objetivos, como o de divulgar a arte, convidando a participar também escolas e espaços os mais diversos possíveis e itinerar com cada edição realizada. Nessa edição, a mostra conta com 177 inscritos, duas escolas e 3 projetos, totalizando aproximadamente 260 pessoas, que participam com trabalhos em técnicas variadas e formato 15 x 15 cm. Visitação de 1º a 15 de outubro de 2010.




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MIL MÃOS   EXPOSIÇÃO COLETIVA INTERNACIONAL

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Mostra "Mil Mãos - Uma ação entre artistas" conta com a participação, no painel físico, de 106 artistas entre brasileiros, portugueses, além de participações da Holanda e do México. Também conta com diversos participantes no painel virtual, com mais de 200 intervenções.

Rosana Almendares




  









 








 


galeria Espaço IAB
Solar Conde de Porto Alegre
Gal. Canabarro, n°363  esq. Riachuelo
Centro Histórico | Porto Alegre, RS
curadoria
Adriana Xaplin
Vinicius Vieira
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